18 de maio de 2023

ECCO`LET PERSEGUE DIRIGENTE SINDICAL - Solidariedade para com a Susana Bastos

A Comissão de Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas, ao ter conhecimento do injusto despedimento colectivo na ECCO`LET Portugal, que inclui a dirigente do Sindicato, Susana Bastos, que simultaneamente é membro do Conselho Nacional da CGTP-IN, expressa publicamente a sua solidariedade para com as trabalhadoras.

Solidariedade e agradecimento pela postura da Susana Bastos ao recusar o despedimento e a proposta de acordo e ao manifestar que o que pretende é a manutenção do seu posto de trabalho.

A ECCO`LET é uma Empresa multinacional, com fábricas na Dinamarca e Eslováquia, em que o diálogo social e o respeito pelos Sindicatos e Sindicalistas é uma prática.

A perseguição a dirigentes sindicais põe em causa a liberdade sindical, inaceitável num Estado democrático como o nosso e só acontece porque a Susana Bastos é uma defensora incansável dos direitos dos trabalhadores na Empresa.

Apresentamos também a nossa solidariedade ao Sindicato Nacional da Indústria do Calçado, Malas e Afins, dirigentes e associados, pela luta que estão a promover em defesa da reintegração da dirigente sindical e da liberdade sindical.

Apelamos a todos e todas para participarem na acção de protesto a realizar amanhã junto à sede da Empresa.

#eccolet #eccoletportugal



7 de março de 2023

Comissão Trabalhadores nas Pousadas de Évora, Arraiolos, Alcácer do Sal e Beja

A Comissão de Trabalhadores do GPP irá realizar reuniões de trabalhadores, nos próximos dias 09, 10 e 11 de Março, nas pousadas:

· Convento de Évora;

· Convento de Arraiolos;

· Castelo de Alcácer do Sal;

· Convento de Beja;

Apelamos a todos e todas os/as colegas a participarem nestas reuniões.

10 de dezembro de 2022

Pousada da Caniçada (Restaurante): Má gestão e prepotência que destroem credibilidade

A prepotência de alguns directores ou directores regionais das Pousadas, a teimosia em não ouvir quem está nos locais de trabalho, coloca em causa o serviço prestado pelas Pousadas.

O encerramento do Restaurante da Pousada da Caniçada é vergonhoso e incompetente. Incompetente porque não se trata de um encerramento em função de falta de trabalhadores. Não! Há trabalhadores!

Há trabalhadores, mas foram transferidos para outras regiões (Porto e Viana do Castelo) o que é incompreensível.

Há clientes que saem e querem almoçar: restaurante fechado!

Há clientes que fazem check-in e querem almoçar na Pousada e são obrigados a irem para outros locais.

Em Novembro, reservas para 10 pessoas recusadas.

Clientes que ligam várias vezes para reservar para almoço, dia 1 de Dezembro e que vieram visitar a Pousada, não conseguem almoçar: eram 7 pessoas.

Hóspedes que no feriado de 1 de Dezembro, foram andar de bicicleta, voltaram à Pousada para almoçar, como o Restaurante estava encerrado tiveram que se deslocar para a Vila.

Hoje mesmo, 10 Dezembro, foram recusadas várias reservas.

Quem ouve os trabalhadores que estão durante toda a semana na Pousada e sabem quantas reservas ou almoços de passantes são recusados?

Quem percebe que estas situações se vão sabendo e que afasta clientes?

Quem percebe que a falta de um serviço prejudica a imagem das Pousadas?

 

Nota final:

A Comissão de Trabalhadores, no sentido de proteger as Pousadas, não costuma dar visibilidade a estes problemas. Hoje agimos de forma diferente e esperamos que esta e outras situações sejam resolvidas.

Manter o emprego, criar novos postos de trabalho, pagar melhores salários, faz-se com clientes e não a afastá-los.

20 de setembro de 2022

AGENDA:

Reuniões nas Pousadas com os trabalhadores e trabalhadoras com a Comissão Trabalhadores Pousadas Portugal

22.09.2022 Pousada de Viseu
23.09.2022 Pousada de Viana do Castelo
23.09.2022 Pousada Mosteiro de Guimarães

13 de junho de 2021

Mensagem do Coordenador da Comissão de Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas

Fernando Gomes, Coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT) do Grupo Pestana Pousadas apela à participação dos trabalhadores e trabalhadoras nas reuniões que a CT vai promover de Norte a Sul e nos Açores numa altura em que as Pousadas estão a reabrir ao público.

7 de março de 2019

Reunião da Comissão de Trabalhadores com Conselho de Administração

A  Comissão de Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas vai reunir com o Conselho de Administração da Empresa no próximo dia 15 de Março pelas 14:30 horas. 

Tal como pedido por e-mail a muitos colegas, solicitamos que nos façam chegar informações sobre possíveis incumprimentos dos direitos, situações de pressão e assédio moral, discriminações diversas, categorias irregulares e pagamentos que não estejam de acordo com as categorias.

Caso tenham, podem enviar documentos digitalizados que comprovem as situações para: comissaotrabalhadores.gpp@gmail.com

GARANTIMOS SIGILO SOBRE AS DENÚNCIAS MAIS GRAVOSAS

20 de dezembro de 2018

O nosso postal de Natal, Boas Festas

A Comissão de Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas deseja a todas e todos um feliz Natal e um próspero ano 2019.

27 de junho de 2018

Comissão de Trabalhadores reúne com Administração da Grupo Pestana Pousadas

A Comissão de Trabalhadores reúne hoje com a Administração da Grupo Pestana Pousadas com a seguinte ordem de trabalhos:
1-    Assinatura da acta da reunião de 7 Dezembro de 2017;
2-    Análise ao regulamento do álcool apresentado pela Empresa;
3-    Princípio da igualdade de tratamento na distribuição de lucros de 2017;
4-    Pagamento das horas dos feriados trabalhados;
5-    Outros assuntos

8 de junho de 2018

Fernando Gomes recebeu hoje Amaríldo dos Ramos, Secretário-Geral do Sindicato dos Trabalhadores de Hotelaria Turismo e Restauração de São Tomé e Príncipe

Fernando Gomes, enquanto Coordenador da Comissão de Trabalhadores, recebeu hoje, Amaríldo dos Ramos, Secretário-Geral do Sindicato dos Trabalhadores de Hotelaria Turismo e Restauração de São Tomé e Príncipe.

Amaríldo dos Ramos é trabalhador dos hotéis do Grupo Pestana em São Tomé e Príncipe, razão pela qual se estabeleceu este contacto.

Neste encontro de trabalho foi abordada a situação laboral e social em São Tomé e Príncipe e analisada a possibilidade de colaboração na área da formação profissional e sindical.
Fernando Gomes e Amaríldo Ramos

27 de abril de 2018

Posição da CGTP-IN sobre o 28 Abril, Dia Nacional e Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho



Neste dia especialmente dedicado à reflexão sobre as temáticas da segurança e saúde no trabalho (SST) e da prevenção dos riscos no trabalho, a CGTP-IN deseja, mais uma vez e em primeiro lugar, prestar a sua singela homenagem a todos aqueles que morreram a trabalhar, aos que ficaram incapacitados, aos que sofreram e sofrem de doenças resultantes da exposição a riscos no trabalho, bem como às suas famílias, cujas vidas se alteraram drasticamente em consequência destes acontecimentos.

Em Portugal, as taxas de acidentes de trabalho e doenças profissionais continuam demasiado elevadas, muito acima da média da União Europeia.

Esta constatação repete-se ano após ano, discute-se a temática da segurança e saúde no trabalho e da prevenção em inúmeras reuniões, constituem-se comissões e grupos de trabalho, aprovam-se leis e resoluções e estratégias nacionais, definem-se medidas e metas... e fica sempre tudo na mesma, nada muda nos locais de trabalho e nas empresas, onde o investimento em prevenção e em segurança continua em níveis mínimos, os acidentes de trabalho sucedem-se, as doenças profissionais e as doenças no trabalho alastram e parece não haver solução à vista.

A verdade é que, nos anos mais recentes, apesar da temática da segurança e saúde no trabalho se ter tornado mais visível na sociedade e de haver uma maior consciência da sua importância, é manifesto que tem havido um claro desinvestimento público nestas áreas. A redução dos meios humanos, técnicos e materiais disponibilizados à ACT para o desempenho das suas funções constitui prova bastante desta desvalorização de tudo o que se relaciona com as condições de segurança e saúde no trabalho.

Aliás, as Conclusões para 2017 do Comité Europeu dos Direitos Sociais do Conselho da Europa[1] relativas a Portugal reflectem esta realidade quando, ao analisarem a conformidade de alguns dos aspectos do artigo 3.º da Carta Social Europeia relativo ao direito à segurança no trabalho, referem que, devido à escassez de recursos humanos do serviço responsável pela controlo do cumprimento das normas de segurança e saúde no trabalho, o sistema de inspecção do trabalho não pode ser considerado eficiente, sustentando esta conclusão na redução do número de inspectores, na diminuição do número de visitas a empresas e de trabalhadores envolvidos em acções de inspecção especificamente relacionadas com as condições de segurança e saúde e, ainda, na redução do número de notificações dirigidas às empresas para correcção de problemas e de ordens de suspensão de trabalhos por risco de perigo.

Este desinvestimento reflectiu-se também na filosofia de actuação da ACT, que tem centrado a sua atenção sobretudo nas áreas da promoção e da sensibilização, em detrimento da actividade fiscalizadora e sancionatória do incumprimento das normas, mesmo quando estão em causa a vida, a integridade física e a saúde dos trabalhadores. Na realidade, uma excessiva concentração de esforços na sensibilização acaba por transmitir uma ideia de tolerância das autoridades perante o incumprimento da lei que, em última instância, poderá mesmo levar ao enfraquecimento da convicção de obrigatoriedade daquelas normas em concreto.

O desenvolvimento da Estratégia Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho 2015-2020 não tem contribuído para alterar este estado de coisas, nem para um aumento do investimento público em segurança e saúde no trabalho.

Muitas das medidas que deviam estar em plena aplicação e/ou desenvolvimento estão paradas, são muitas as que nem sequer se iniciaram e não parece haver vontade política nem atribuição de recursos que permitam avançar na plena implementação da Estratégia em todas as suas vertentes. A avaliação que fazemos destes quase três anos de aplicação da Estratégia é, por isso, negativa, sendo nossa convicção que não está a produzir os efeitos pretendidos, designadamente no que toca à redução de acidentes de trabalho e doenças profissionais.

Aliás, como a CGTP-IN salientou desde o momento da sua aprovação, esta Estratégia não seria susceptível de servir os seus objectivos ou contribuir para a progressiva melhoria das condições de segurança e saúde no trabalho e para a redução da sinistralidade e da morbilidade laborais, se não fosse devidamente acompanhada do reforço de uma inspecção activa e eficaz, dotada dos meios humanos e materiais necessários. O que nunca aconteceu.

É chegado o momento do actual Governo criar as condições para que sejam afectados os recursos financeiros à Estratégia, reforçados os meios para o desenvolvimento pleno da actividade da ACT e promover políticas públicas na área da promoção da segurança e saúde no trabalho.

Neste quadro, a CGTP-IN vem mais uma vez, neste Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho, reafirmar a importância fundamental do direito de todos a trabalhar em condições que garantam a sua saúde e segurança e contribuam para a dignificação do trabalho e dos trabalhadores, o que só será possível se houver uma efectiva vontade política de apostar seriamente nestas áreas, atribuindo às entidades competentes todos os recursos necessários ao desempenho eficaz das suas funções.

E reafirma também as suas reivindicações em matéria de SST, exigindo:
·Reforço dos meios humanos, técnicos e financeiros da ACT, de modo a permitir-lhe desempenhar eficazmente, quer as suas funções inspectivas, quer as actividades de prevenção de riscos profissionais e promoção da SST;
·Apresentação de relatório intercalar da implementação da Estratégia Nacional de SST 2015-2020, com simultâneo apuramento das medidas e acções ainda por desenvolver;
·Apresentação de plano de rápida continuação da implementação da Estratégia, com dotação de todos os meios e recursos necessários ao seu eficaz desenvolvimento, por forma a cumprir todas as metas fixadas;
· Valorização do papel dos parceiros sociais, em particular dos sindicatos, reagindo atempadamente às denúncias que fazemos, através de uma acção inspectiva eficaz e combatendo práticas laborais que, além de representarem uma ofensiva grave à dignidade do ser humano nos locais de trabalho, constituam, também, práticas danosas que em muitos aspectos prejudicam a imagem e a competitividade económica das nossas empresas;
·Reforço da participação dos trabalhadores nos locais de trabalho, através da valorização do representante dos trabalhadores para a SST, incluindo a revisão do actual processo de eleição, agilizando-o e simplificando-o, facilitando assim a realização dos processos eleitorais;
·Valorização da contratação colectiva como instrumento essencial na área da segurança e saúde no trabalho.

[1]              Pode ser consultado em www.coe.int.